O canhoto se confere sozinho. O faturamento para de esperar o papel.
A foto do canhoto chega na hora da entrega. O sistema lê o código de barras, confere cada campo, casa com o CT-e e aprova quando tudo bate. Seu pessoal só olha o que ficou em dúvida.
Veja um canhoto ser lido, campo por campo.
Carlos Souza entregou a NF 44812 no Mercado Vila Nova e tirou a foto no app. Na outra aba, a mesma foto chega pelo WhatsApp como se fosse de outra entrega.
O canhoto volta uma semana depois. A fatura espera junto.
Toda transportadora tem uma pilha de canhoto esperando conferência e um cliente cobrando prova de entrega de um mês atrás. Quando o papel some, o frete vira glosa e ninguém tem como contestar.
- Canhoto no porta-luvas. Volta com o motorista dias depois, quando volta. Às vezes amassado, às vezes sem carimbo.
- Conferência um a um. Alguém do faturamento pega canhoto por canhoto e procura a nota no TMS para dar baixa.
- Fatura parada. O cliente só paga com comprovante, então o dinheiro espera o malote chegar.
- Glosa sem defesa. O embarcador diz que não recebeu. Sem foto, hora e local, a transportadora engole o desconto.
A foto do canhoto entra no momento da entrega, com local e hora. O sistema confere os campos e o CT-e, e o que bate é aprovado ali mesmo.
O faturamento sabe no mesmo dia quais entregas já têm comprovante. A equipe revisa só os canhotos com problema, e cada um chega com o motivo.
Se vier glosa, o dossiê da entrega está pronto para mandar.
O motorista manda do jeito que dá. A conferência é a mesma.
A obrigação de comprovar nasce da entrega feita no app do motorista e do CT-e que vem do TMS, por CT-e ou por NF, com o prazo e a regra de cada cliente. O canhoto pode chegar por qualquer uma destas portas.
Foto, assinatura e código de barras
Funciona sem sinal e marca chegada e saída pela localização. Quando o celular volta a ter rede, tudo sobe junto.
A foto no número do atendimento
O motorista terceiro, que não tem o app, manda a foto no mesmo WhatsApp que o seu cliente usa para rastrear carga.
Lote de PDF ou JPG
O canhoto de papel que voltou no malote é digitalizado em lote, e cada página passa pela mesma leitura.
Integração com quem já captura
Se a foto já nasce em outro sistema, ela entra pela API e segue o mesmo caminho de conferência.
Foto de tela, montagem e canhoto reciclado não passam.
Foto de foto
A IA percebe quando a imagem é de uma tela ou foi montada, e segura o canhoto para revisão.
Mesma foto, outra entrega
Se a mesma foto, ou uma muito parecida, já comprovou outra entrega, o sistema avisa.
Arquivo lacrado
O original fica guardado do jeito que chegou. Ninguém troca a foto depois.
- Embarcador
- Distribuidora Marlin
- Recebedor
- Márcia Alves · Mercado Vila Nova
- Motorista
- Carlos Souza · rota 118
- Chegada
- 29/10 · 09:02
- GPS
- -23,5874 · -46,6321
Quando o cliente disser que não recebeu, você manda o dossiê.
Cada entrega comprovada vira um PDF com a foto, o recebedor, a hora e o ponto no mapa. O QR abre uma página pública de verificação, então o embarcador confere sozinho que o documento não foi alterado.
O arquivo fica guardado pelo prazo de guarda fiscal. Uma glosa de dois anos atrás ainda tem resposta.
Perguntas frequentes
O que faturamento e operação perguntam na primeira conversa sobre canhoto.
Só quando tudo bate: código de barras, chave, número da NF, recebedor, assinatura, carimbo e o CT-e da entrega. Se faltar um campo ou algo não fechar, o canhoto vai para uma pessoa revisar, com o motivo escrito. Na dúvida, o sistema não aprova.
Traga uma foto de canhoto da sua operação.
Na demonstração a gente mostra a leitura com um canhoto seu e monta a regra de comprovação de um dos seus clientes. O que for específico da sua operação, a gente configura ou desenvolve.

