Quanto custa um volume no caminhão errado
Reentrega, frete perdido e cliente irritado: some o que a conferência no papel custa por mês na sua doca.
Cada volume errado custa R$ 300 antes de alguém ligar para pedir desculpa. E a conferência no papel ocupa 132 horas de gente por mês.
Ficaram de fora a multa contratual, o cliente que muda de transportadora e a hora extra para resolver. Se entrassem, o número subia.
O conferente bipa e a tela já diz se o volume é daquele caminhão, se está duplicado ou se a nota ainda não tem CT-e. Funciona sem sinal e sem licença por aparelho, e a TV da doca mostra o carregamento de cada placa.
O erro de doca é pequeno em porcentagem e grande no fim do mês.
Meio por cento parece nada. Numa doca que expede 20 mil volumes, são 100 volumes por mês rodando no caminhão errado ou faltando na entrega. Cada um vira uma reentrega, um frete que o cliente não paga e uma ligação desagradável.
E a conferência no papel não pega o erro na hora. Ela registra depois, quando o caminhão já saiu.
Volumes errados no mês
Volumes expedidos vezes o percentual de trocados ou faltantes.
Custo de cada erro
Uma reentrega mais o frete perdido ou devolvido.
Custo por mês e por ano
Volumes errados vezes o custo de cada erro. O ano é o mês vezes 12.
Horas de conferência
Horas de conferência manual por dia vezes os dias de operação.
Perguntas frequentes
Sobre a conta e sobre a conferência de doca.
Deixamos 0,5% como ponto de partida, que é um chute conservador para doca com conferência no papel. Um jeito rápido de estimar: conte as reentregas e reclamações de volume trocado ou faltante do último mês e divida pelos volumes expedidos.
Veja o bipe segurar o volume do caminhão errado.
Em 30 minutos mostramos a conferência de doca num celular comum, a torre de carregamento e o que acontece quando um volume não é daquela placa.
